Na dúvida, não ultrapasse
Na dúvida, espere
Na dúvida, não julgue
Na dúvida, faça o bem
A dúvida anda junto conosco, como uma brasa de uma fogueira que nunca apaga.
Porque a dúvida nasce com a alma, naquele “sopro inicial “ e expõe a alma ao milagre ou ao mistério. Aqui nasce também a filosofia: Quem sou eu?
Por isso não devemos temer a dúvida, ela é a chama que nos mantém vivos, é aquela luz que não deixa a consciência aceitar o conforto fácil das certezas.
A morte, quem sabe?
É um silêncio
Uma porta.
É uma ressignificação das perguntas ou a resposta de todas as perguntas?
Penso que se a dúvida é própria da natureza humana é porque somos feitos de procura, nessa vibração entre saber e desejar.
Logo, enquanto existir alma, existirá dúvida, não como ameaça mas como a lembrança de que estamos a caminho…