Que o NATAL não seja apenas uma data,
mas um estado da alma.
Que a caridade deixe de ser exceção e se torne um hábito simples e cotidiano.
Que possamos olhar nosso próximo,
sem perguntar quanto tem, de onde veio, qual a cor de sua pele, sua crença ou seu silêncio.
Que a paz não se limite a belos discursos.
Mas que seja nossa única opção.
Paz ao falar, ao ouvir e mesmo na discórdia seguir juntos.
NATAL é época de lembrar daqueles que sofrem,
As dores visíveis e invisíveis.
Os que sangram por dentro e os que vivem em silêncio e medo.
Que nossos governantes tenham juízo, que seus corações não sejam endurecidos pelo poder, pois atrás de cada decisão há um nome, um rosto que tem fome.
Apesar de tudo ainda têm esperança.
O Natal nasce dentro de cada um.
Nos gestos simples, no perdão, na calma e na misericórdia.
Que a família seja símbolo de abrigo, de cuidado, aprendendo a amar sem possuir, mas simplesmente por amar.
Que digamos não a tudo que nos faz pequenos. Preconceito, racismo e toda atitude que desumaniza.
Nem um rótulo, nenhum número nem estigmas.
Simplesmente meu irmão.
E para o ano novo
Esqueçamos os desejos vazios.
Brindemos a coragem de mudar e a humildade de recomeçar.
Que sejamos mais humanos, menos duros e continuemos firmes em nossas crenças.
Amém!