O violino soa ao fundo,
e dita os passos da bailarina.
Ela gira como uma borboleta,
leve, incansável,
ocupando o palco com silêncio e presença.
Toda a arte pulsa em seu corpo —
dedicação,
renúncia,
disciplina.
Em troca,
recebe aplausos,
olhares que se demoram,
lágrimas de quem enxerga além do movimento.