Meus olhos expreitam a vida, como se a vida fosse uma ave de rapina que as vezes me foge as mãos.
Vivo por aí virando os obstáculos de cabeça para baixo.
Não me conformo com a injustiça e o egoísmo, mas só me preocupo com o que me diz respeito e esteja sobre meu controle.
Se não posso controlar, foda-se.
Hoje sou como um barco que não teme as tempestades
Estou preparando para o pior, logo a vida não consegue me decepcionar.
Mesmo que o pior não venha.
Trabalho sobre mim mesmo, com o cinzel da razão vou moldando minhas atitudes e vivências.
O tempo que me resta não é pouco, para que eu viva intensamente.
Não preocupo, todos os caminhos que tomamos na vida, nos levam a morte.
Porque vida e morte são dicotomias do nosso viver.
Acredito em tudo que meus olhos vêem e o que não vêem, porque a verdade as vezes está escondida nas entrelinhas de cada momento.
Sou pequeno demais para duvidar de tudo mas tornei-me hábil para separar o que me serve ou não.
Analiso olhares.
Interpreto palavras.
Observo gestos.
E descubro onde há verdades e onde as perfídias se escondem.
Então me rendo a pequenos passos, preciso chegar ao meu propósito.
Apenas sigo o processo, e todos os dias vou aprendendo pelo caminho.