No mundo dual em que vivemos, tudo é possível desde que se conheça o dualismo das coisas.
Nesse planeta em que temporariamente estamos precisamos desse dualismo, pois somente através da comparação podemos compreender tudo que nos cerca.
Talvez por isso tenhamos dificuldade para entender a verdade, pois ela é relativa e mutável.
Será a morte a única certeza que temos?
Ou a morte é o fim de nossas certezas? Ou ainda, a morte é uma pergunta sem resposta? Resposta que caberá ao tempo responder.
Porque a morte já mais será surpresa para quem vive a conciência de existir.
Morremos todos os dias. A partir do dia que nascemos, vamos morrendo aos poucos, isso é uma verdade!
Então porque temos medo da morte? Não morremos todos os dias?
Mas quando consideramos a vida uma experiência continuada, percebemos que a morte é uma velha conhecida do espírito, mas será que esse corpo que habitamos conhece a morte?
Então aí está o mistério que o desconhecido nos traz .
Essa sensação de finitude. Então o corpo passa para o cérebro essa sensação de pavor, de pânico. O cérebro precisa aceitar essa ideia de se ver digerido por bactérias e em meio a podridão da carne que vai se desfazendo, torna-se pó.
Mas isso é simplesmente o ciclo da vida, é uma consequência do existir. Pois tudo que é criado tem um início e o fim. Somente Deus é o Criador incriado!